domingo, 15 de novembro de 2009

Madrugada....




















Madrugada de Domingo para uma Segunda de feriado, e fico (um milagre) no MSN aguardando um pdf, de um amigo do RS, Na longa espera e emeesseanando com algumas pessoas, converso com uma digníssima, filosofa e poetisa amiga chamada Juliana Meireles e numa belíssima conversa de madrugada, cito que havia feito uma arte, e que queria que ela escreve-se um texto (isso não era de hoje) para alguma arte minha. Descrevi para ela a tal, esbocei e mandei uma prévia praticamente pronta.

Pronto, algum dia depois chega o texto, e aqui agora está postado.

Valeu Jú.

Arte:

Minha.

Material, caneta, lápis e photoshop.

Texto:

Juliana Meireles

domingo, 1 de novembro de 2009

...

...ele consegue nos achar num bar
Com um vinho barato
um cigarro no cinzeiro
e uma cara embriagada...













Aproveitando os materiais que tenho, os papéis matriciais, alguns lápis, depois escaneando e ptotoshopando com a minha little tablet, ouvindo uma música de forte instante. Sai isso, deixo a arte completamente impregnada pela marca pesada da letra, onde a cada refrão vira um traço forte.

Rabiscorando sempre...

Ultimamente em um novo lugar, o tempo que sobra é sempre muito curto. Mas mesmo sempre em algum instante sempre, sempre haverá um tempo. Hora do almoço, numa prateleira perdida ou em algum lugar que ninguém te vê. Papéis de uma impressora matricial, caneta esferográfica preta, lápis qualquer e ainda na sorte acha-se um lápis colorido.
Aí, sai isso.

Rabiscorando

domingo, 4 de outubro de 2009

Alice in Chains

Blog atualizado, imagens postadas, e um fim de semana totalmente aprazível.
Naçaõzeando, desenhando e deixando as correntes da Alice tomar liberdade.
Todos:
Lápis simples, sem aqueles nomes afrescalhados toyson não seio o quÊ, koy..., nada disso, canetinha que contém aquela com preta, um scanner também simples, um photoshop e uma tablet da maior simplicidade e EU.

Naçãozeando no fim de semana.















... e quando ela encher vou me banhar até me saciar. Sem a gula, dos que não sabem aprezarar-se do tudo, sem acabar com uma bela dor de barriga.